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USS Gerald R. Ford: conheça porta-aviões mais letal dos EUA, enviado ao Caribe
Venezuela acredita que ação tem como objetivo derrubar o presidente Nicolás Maduro
Por O Globo com agências internacionais — Washington
12/11/2025 04h01 Atualizado há 4 semanas
Maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford foi incorporado à mobilização de tropas americanas no Caribe nesta terça-feira, o que a Venezuela classificou como mais uma ação com objetivo de derrubar o presidente Nicolás Maduro. A utilização da embarcação havia sido anunciada pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, no fim de outubro, no que foi, à época, o mais recente episódio da escalada de mobilização de forças militares americanas na região.
Descrito pela Marinha americana como "a plataforma de combate mais capaz, adaptável e letal do mundo", o navio de guerra tem 337 metros de comprimento e dois reatores nucleares para propulsão e pode chegar a uma velocidade de 55 km/h.
O porta-aviões Gerald R. Ford está incluído em um agrupamento de ataque de mesmo nome, que além do navio principal inclui três contratorpedeiros (USS Mahan, USS Bainbridge e USS Winston Churchill) e esquadrões de caça F-18 e helicópteros de combate MH-60. Eles se somam a meios militares já enviados para o Caribe, incluindo outros navios contratorpedeiros, um submarino e embarcações de desembarque anfíbio, além de jatos F-35 enviados a Porto Rico.
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O navio de guerra tem dois reatores nucleares para propulsão e é equipado com Sistema de Armas de Defesa Próxima (CIWS, na sigla em inglês) e mísseis de curto e médio alcance, como o Míssil Sea Sparrow Evolved o Míssil Rolling Airframe. Com 40 metros de altura e 337 metros de comprimento, o porta-aviões tem um convés de voo com 78 metros de largura que transporta 75 aeronaves e pode chegar a uma velocidade de até 55 km/h.
Construído pela Huntington Ingalls Industries Newport News Shipbuilding, o porta-aviões USS Gerald R. Ford começou a ser construído em 9 de novembro de 2009, mas só entrou no serviço ativo da Marinha em 2017. Batizado em 9 de novembro de 2013, o nome do porta-aviões é uma homenagem ao ex-presidente dos EUA Gerald Ford, já que a construção do navio foi patrocinada por Susan Ford Bales, filha do ex-presidente.
"Em apoio à diretriz do presidente para desmantelar Organizações Criminosas Transnacionais (OCT) e combater o narcoterrorismo em defesa da Pátria, o secretário de Guerra comandou o Grupo de Ataque de Porta-Aviões Gerald R. Ford e embarcou uma ala aérea de porta-aviões para a área (...) do Comando Sul dos EUA (USSOUTHCOM)", escreveu o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, na rede social X. "A presença reforçada das forças americanas na Área de Responsabilidade do USSOUTHCOM reforçará a capacidade dos EUA de detectar, monitorar e desmantelar atividades e atores ilícitos que comprometam a segurança e a prosperidade do território nacional dos Estados Unidos e nossa segurança no Hemisfério Ocidental. Essas forças aprimorarão e ampliarão as capacidades existentes para desmantelar o tráfico de narcóticos e desmantelar as OCT".
Fonte:https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/11/12/uss-gerald-r-ford-conheca-porta-avioes-mais-letal-dos-eua-enviado-ao-caribe.ghtml
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