BRASIL CAI EM RANKING DA LIBERDADE DE IMPRENSA FEITO POR ONG DOS EUA


BRASIL CAI EM RANKING DA LIBERDADE
DE IMPRENSA FEITO POR ONG DOS EUA
(Causa: excessivo domínio dos grandes grupos –político-empresariais)
Segundo a “Freedom House”, o país sofre ainda com ações judiciais [especialmente as interpostas pela grande mídia] contra blogueiros e sites.

“O Brasil perdeu dois pontos no ranking da liberdade de imprensa produzido pela ONG dos EUA “Freedom House”, divulgado esta semana (4ªf.).

Em um sistema que vai de 0 a 100 pontos, o país aparece com 46--quanto mais baixa a pontuação, mais livre é considerada a imprensa. Essa é a pior colocação do Brasil desde que o ranking começou a ser produzido, em 2002.

A imprensa brasileira é classificada como parcialmente livre pela entidade. Com isso, o Brasil está na 91ª posição em uma lista de 196 países.

A ONG diz que a queda se deve à alta no número de jornalistas mortos e à influência política no conteúdo produzido pela mídia [predominantemente a influência da direita, demotucana] e empresarial [pois a mídia brasileira (TVs, jornais, revistas, rádios) está nas mãos de poucos bilionários grandes grupos representantes dos interesses de governos e grandes conglomerados financeiros estrangeiros que comandam fortemente a Globo, Abril, Folha, Estado, Record, Band, cerceando a redação e a publicação de qualquer notícia contrária aos seus interesses].
[OBS deste blog: A liberdade de imprensa, no caso do Brasil, depende da correta regulação da mídia, como há em todos os países civilizados. Aqui, vigora a total e impune liberdade da imprensa somente, não a de expressão, que é decepada por interesses econômicos-ideológicos-partidários, na maioria das vezes estrangeiros (EUA principalmente).
O mercado de mídia no Brasil é dominado por um punhado de magnatas e famílias.
Na indústria televisiva, três deles têm maior peso: a família Marinho (dona da Rede Globo, que tem 38,7% do mercado), o bispo da Igreja Universal do Reino de Deus Edir Macedo (maior acionista da Rede Record, que detém 16,2% do mercado) e Silvio Santos (dono do SBT, 13,4% do mercado).
A família Marinho também é proprietária de emissoras de rádio, jornais e revistas – campo em que concorre com Roberto Civita, que controla o Grupo Abril. Ambos detêm cerca de 60% do mercado editorial brasileiro.
Famílias também controlam os principais jornais brasileiros – como os Frias, donos da Folha de S.Paulo, e os Mesquita, de O Estado de S. Paulo (ambos entre os cinco maiores jornais do país). No Rio Grande do Sul, a família Sirotsky é dona do grupo RBS, que controla o jornal Zero Hora, além de TVs, rádios e outros diários regionais]. (fonte: agência britânica BBC: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/07/110718_magnatas_bg_cc.shtml).

Segundo a “Freedom House”, o Brasil sofre ainda com ações judiciais [especialmente as interpostas pela grande mídia] contra blogueiros e sites e com projetos de lei para “restringir a liberdade de expressão”[sic] [Os grandes grupos de mídia se defendem e enganam com essa tergiversação. Para enfatizar, repito o já expresso acima: na realidade, hoje somente existe total e impune ‘liberdade da imprensa’, isto é, a vontade de poucos magnatas que monopolizam a mídia. Essa grande imprensa combate qualquer inciativa legal que vise assegurar a real liberdade de expressão].”

FONTE: publicado na “Folha de São Paulo” (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/
107019-brasil-cai-em-ranking-da-liberdade-de-imprensa-feito-por-ong-dos-eua.shtml) [Título, subtítulo, imagem do Google e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política].

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